quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Festival de Foclore
Apresentações de grupos de dança e música de Rio Claro, numa grande celebração ao Dia do Folclore, que é comemorado em 22 de agosto.
Data: 18 e 19 de agosto
Local: Jardim Público (Largo do Coreto)
Com início às 18h
Haverá apresentação também do grupo formado na Oficina Brincadeira do Boi com o enredo do Batizado do Boi Pretinho e Show musical com Balaio de Paiá.
Realização: Néctar - Núcleo de Cultura Popular
Apoio: Secretaria Municipal de Cultura de Rio Claro
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
AS PONTES DE MADISON
Adaptada para o teatro, história de amor entre fotógrafo da national geographic e dona de casa de pequeno condado americano restitui a fé no amor verdadeiro.
A emocionante história de amor entre Francesca, interpretada por Mayara Magri, e Robert, interpretado por Flávio Galvão, em As Pontes de Madison, terá sua reestréia em São Bernardo do Campo. A epopéia traz Francesca, uma mulher casada que se envolve com um fotógrafo da revista Nacional Geographic e que vai até o condado de Madison, em Iowa, nos USA, registrar imagens das famosas pontes cobertas.
O encontro entre Robert e Francesca dura apenas quatro dias, mas a paixão é tão avassaladora que as suas vidas se modificarão para sempre. O que importa é o sublime e a poesia do encontro entre duas almas e não o tempo de duraçao. A separaçao é a renuncia para que o amor não esmoreça, pois os protagonistas vivem em realidades muito diferentes.
A história é contada em flashbacks a partir da leitura dos diários de Francesca, quem revela essa passagem de sua vida, encontrados por seus filhos de sua morte. é através dos filhos que o público vai descobrir os segredos do romance.
Escrita em 1992 por Robert James Waller, o Best seller foi levado ao cinema por Clint Eastwood, que ao lado de Meryl Streep, encantou espectadores do mundo todo em 1995. A emoção é a tônica que move a peça. Robert conhece o mundo e tem grande intimidade com o ser humano e com a natureza. é muito feliz e sempre colocou a sua liberdade em primeiro plano. Entusiasma-se com a segurança que Francesca lhe oferece. Ela, por sua vez, se encanta com o espírito libertador do amante, pois abandonou a sua profissão para cuidar da casa e da família.
A montagem brasileira tem adaptação de Alexandre Tenório e direção de Regina Galdino, que convidou atores de talento reconhecido por personagens diversificados no Teatro e na TV, e que tem a sensibilidade necessária para viverem o fotógrafo e a dono de casa italiana.
Esse grande sucesso do cinema só ganhou adaptação na França, com o ator Alain Delon. O Brasil foi o primeiro país das Américas a encenar o Romance.
A obra deve suscitar reflexões entre os jovens e pessoas de meia idade, uma vez que todos passam pelos questionamentos propostos pela obra. Como poucas pessoas encontram um amor verdadeiro, de complemento e sem cobranças, o espetáculo tem ingredientes para emocionar o espectador.
Ficha Técnica
Autor: Robert James Waller
Tradução e Adaptação: Alexandre Tenório
Direção: Regina Galdino
Elenco: Flávio Galvão, Mayara Magri, Marcos Damigo e Adriana Londoño
Cenário: Marco Lima
Figurinos e Visagismo: Fábio Namatame
Iluminação: Ney Bonfante
Música Original: Mario Manga
Preparação Corporal: Johannes Freiberg
Assistência de direção: Paulo Rogério Lopes
terça-feira, 16 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Dilma reafirma que governo punirá corruptos
15 DE AGOSTO DE 2011 - 17H03
Durante discurso na cerimônia de posse do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, nesta segunda (15), a presidente Dilma Rousseff mostrou-se firme na defesa de uma Justiça “eficaz, célere e senhora da razão”. Gurgel diz que denúncias de corrupção terão prioridade no Ministério Público.
No rápido pronunciamento, Dilma enfatizou que a recondução de Gurgel para mais um período à frente da PGR “é mais uma expressão da maturidade de nossa democracia e solidez e nossas instituições”.
Garantiu aindaque a indicação de Gurgel recebeu ampla aprovação do Congresso Nacional: “Estará [Roberto Gurgel] sim, por mais um período, exercendo um importante papel nesta luta de todos nós em prol dos direitos constitucionais".
Reafirmou o compromisso do seu governo com a punição aos corruptos: "Onde ocorrerem maus feitos, onde o crime organizado atuar, nós vamos combater com firmeza, utilizando todos os instrumentos de investigação e punição de que o governo dispõe. Mas, ao mesmo tempo, tenho o dever de afirmar que farei tudo o que estiver ao meu alcance para coibir abusos, excessos e afrontas à dignidade de qualquer cidadão que venha a ser investigado. Meu governo quer uma Justiça eficaz, mas sóbria e democrática."
Dilma afirmou que o Brasil "é um país de bem, de pessoas honestas, que vivem do fruto do seu esforço pessoal, que abominam o crime e prezam a legalidade".
Operação Voucher
Na prática, Dilma referia-se aos recentes episódios desencadeados pela Operação Voucher, que resultou na prisão de 36 pessoas a partir de investigação sobre possíveis irregularidades em convênios firmados no âmbito do Ministério do Turismo.
“Temos excelentes motivos para confiar em nossas instituições. Igualdade de todos perante a lei. A PGR, com sua autonomia, tem papel fundamental a cumprir. Desejo muito sucesso ao procurador-geral da República em seu novo mandato. Muito obrigada.”
Após a cerimônia de posse, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, conversou com a imprensa e reiterou o compromisso do Ministério Público em agir de forma independente e com interação com os demais órgãos de controle. “O Ministério Público jamais se furtará a processar quem quer que seja”, disse.
Questionado pelos jornalistas sobre o vazamento de fotos de presos da Operação Voucher da Polícia Federal, ocorrido na última sexta-feira (12), Gurgel afirmou que o caso “é absolutamente inaceitável (…), deve ser apurado e os responsáveis, punidos”.
Gurgel disse que as investigações sobre esquemas de corrupção nas pastas do Turismo, Transportes e Agricultura serão prioridades na atuação do Ministério Público. "São todos temas que vão merecer a atenção prioritária da Procuradoria Geral da República".
“O discurso da presidente, ao me ver, realça que neste país nós temos que ter rigorosamente observados os diretos daquelas pessoas que são investigadas. E naquele episódio, especificamente, não há dúvidas de que os direitos não foram adequadamente observados”, disse.
O procurador também fez uma avaliação sobre impunidade. Na avaliação dele, a ideia de que a impunidade vem crescendo no Brasil não é verdadeira. "Não é a avaliação que faço. Eu acho que nós caminhamos bastante contra a impunidade, que é uma luta que não permite descanso, não permite trégua. Nós temos que continuar trabalhando para que essa luta se transforme em fato”.
Ainda com relação à Operação Voucher, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, também comentou o episódio. Segundo Cardozo, sempre que for constatada uma situação de abuso de poder e de ilegalidade, deve-se punir com rigor.
“Mas, repito, uma coisa é o trabalho e a importância da Polícia Federal, que são indiscutíveis, outra coisa é o abuso que, por vezes, um ou outro agente, um ou outro servidor, podem efetuar”, afirmou.
Redação do Vermelho com informações do Blog do Planalto, atualizado com novas informações às 18h30
Durante discurso na cerimônia de posse do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, nesta segunda (15), a presidente Dilma Rousseff mostrou-se firme na defesa de uma Justiça “eficaz, célere e senhora da razão”. Gurgel diz que denúncias de corrupção terão prioridade no Ministério Público.
No rápido pronunciamento, Dilma enfatizou que a recondução de Gurgel para mais um período à frente da PGR “é mais uma expressão da maturidade de nossa democracia e solidez e nossas instituições”.
Garantiu aindaque a indicação de Gurgel recebeu ampla aprovação do Congresso Nacional: “Estará [Roberto Gurgel] sim, por mais um período, exercendo um importante papel nesta luta de todos nós em prol dos direitos constitucionais".
Reafirmou o compromisso do seu governo com a punição aos corruptos: "Onde ocorrerem maus feitos, onde o crime organizado atuar, nós vamos combater com firmeza, utilizando todos os instrumentos de investigação e punição de que o governo dispõe. Mas, ao mesmo tempo, tenho o dever de afirmar que farei tudo o que estiver ao meu alcance para coibir abusos, excessos e afrontas à dignidade de qualquer cidadão que venha a ser investigado. Meu governo quer uma Justiça eficaz, mas sóbria e democrática."
Dilma afirmou que o Brasil "é um país de bem, de pessoas honestas, que vivem do fruto do seu esforço pessoal, que abominam o crime e prezam a legalidade".
Operação Voucher
Na prática, Dilma referia-se aos recentes episódios desencadeados pela Operação Voucher, que resultou na prisão de 36 pessoas a partir de investigação sobre possíveis irregularidades em convênios firmados no âmbito do Ministério do Turismo.
“Temos excelentes motivos para confiar em nossas instituições. Igualdade de todos perante a lei. A PGR, com sua autonomia, tem papel fundamental a cumprir. Desejo muito sucesso ao procurador-geral da República em seu novo mandato. Muito obrigada.”
Após a cerimônia de posse, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, conversou com a imprensa e reiterou o compromisso do Ministério Público em agir de forma independente e com interação com os demais órgãos de controle. “O Ministério Público jamais se furtará a processar quem quer que seja”, disse.
Questionado pelos jornalistas sobre o vazamento de fotos de presos da Operação Voucher da Polícia Federal, ocorrido na última sexta-feira (12), Gurgel afirmou que o caso “é absolutamente inaceitável (…), deve ser apurado e os responsáveis, punidos”.
Gurgel disse que as investigações sobre esquemas de corrupção nas pastas do Turismo, Transportes e Agricultura serão prioridades na atuação do Ministério Público. "São todos temas que vão merecer a atenção prioritária da Procuradoria Geral da República".
“O discurso da presidente, ao me ver, realça que neste país nós temos que ter rigorosamente observados os diretos daquelas pessoas que são investigadas. E naquele episódio, especificamente, não há dúvidas de que os direitos não foram adequadamente observados”, disse.
O procurador também fez uma avaliação sobre impunidade. Na avaliação dele, a ideia de que a impunidade vem crescendo no Brasil não é verdadeira. "Não é a avaliação que faço. Eu acho que nós caminhamos bastante contra a impunidade, que é uma luta que não permite descanso, não permite trégua. Nós temos que continuar trabalhando para que essa luta se transforme em fato”.
Ainda com relação à Operação Voucher, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, também comentou o episódio. Segundo Cardozo, sempre que for constatada uma situação de abuso de poder e de ilegalidade, deve-se punir com rigor.
“Mas, repito, uma coisa é o trabalho e a importância da Polícia Federal, que são indiscutíveis, outra coisa é o abuso que, por vezes, um ou outro agente, um ou outro servidor, podem efetuar”, afirmou.
Redação do Vermelho com informações do Blog do Planalto, atualizado com novas informações às 18h30
sábado, 13 de agosto de 2011
Lei 10.639
Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
LEI No 10.639, DE 9 DE JANEIRO DE 2003.
Mensagem de veto Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o A Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar acrescida dos seguintes arts. 26-A, 79-A e 79-B:
"Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira.
§ 1o O conteúdo programático a que se refere o caput deste artigo incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.
§ 2o Os conteúdos referentes à História e Cultura Afro-Brasileira serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História Brasileiras.
§ 3o (VETADO)"
"Art. 79-A. (VETADO)"
"Art. 79-B. O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como ‘Dia Nacional da Consciência Negra’."
Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 9 de janeiro de 2003; 182o da Independência e 115o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Cristovam Ricardo Cavalcanti Buarque
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
LEI No 10.639, DE 9 DE JANEIRO DE 2003.
Mensagem de veto Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o A Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar acrescida dos seguintes arts. 26-A, 79-A e 79-B:
"Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira.
§ 1o O conteúdo programático a que se refere o caput deste artigo incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.
§ 2o Os conteúdos referentes à História e Cultura Afro-Brasileira serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História Brasileiras.
§ 3o (VETADO)"
"Art. 79-A. (VETADO)"
"Art. 79-B. O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como ‘Dia Nacional da Consciência Negra’."
Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 9 de janeiro de 2003; 182o da Independência e 115o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Cristovam Ricardo Cavalcanti Buarque
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
PCdoB de Rio Claro realiza conferencia no próximo sábado (13)
O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) de Rio Claro, realizará no próximo sábado (13) a conferencia municipal. Trazendo para a discussão a conjuntura municipal, estadual e nacional, o partido também terá a seguinte Ordem do Dia:
1 - Discussão e deliberação do documento sobre Projeto de Resolução Política e da atuação partidária;
2 - Balanço das atividades da direção municipal e eleição de delegados(as) à Conferência
Estadual;
3 - Estabelecimento do número de membros e eleição da nova direção.
4 - Eleição de delegados à Conferência Estadual
A Direção do PCdoB municipal, na gestão 2009-2011, composta por Luiz Curinga (Presidente) , Edison Rodrigues (Secretario de Organização), Rafael Cavello (Secretario de Finanças), Guilherme Serapião (Secretario de Formação), Leonardo Patrocínio (Secretario de Comunicação) e Rene Mainardi (Secretario de Cultura); avalia a gestão como positiva e que, segundo o presidente, “conseguiu colocar o partido em evidencia e demonstrar o caráter sério que o partido representa em âmbito nacional, além de ampliar o foco de atuação social do partido”.
Para a Conferencia Municipal, o PCdoB ampliara a direção e também estará caminhando para fechar a chapa de candidatos ao poder legislativo. Confiante a direção do PCdoB adianta que o partido surpreenderá nas próximas eleições.
1 - Discussão e deliberação do documento sobre Projeto de Resolução Política e da atuação partidária;
2 - Balanço das atividades da direção municipal e eleição de delegados(as) à Conferência
Estadual;
3 - Estabelecimento do número de membros e eleição da nova direção.
4 - Eleição de delegados à Conferência Estadual
A Direção do PCdoB municipal, na gestão 2009-2011, composta por Luiz Curinga (Presidente) , Edison Rodrigues (Secretario de Organização), Rafael Cavello (Secretario de Finanças), Guilherme Serapião (Secretario de Formação), Leonardo Patrocínio (Secretario de Comunicação) e Rene Mainardi (Secretario de Cultura); avalia a gestão como positiva e que, segundo o presidente, “conseguiu colocar o partido em evidencia e demonstrar o caráter sério que o partido representa em âmbito nacional, além de ampliar o foco de atuação social do partido”.
Para a Conferencia Municipal, o PCdoB ampliara a direção e também estará caminhando para fechar a chapa de candidatos ao poder legislativo. Confiante a direção do PCdoB adianta que o partido surpreenderá nas próximas eleições.
sábado, 6 de agosto de 2011
Claudio de Mauro se posiciona em relação ao "Golpe" proposto pela comissão processante.
Prezados amigos e Prezadas Amigas,
Penso que não poderemos silenciar diante dos acontecimentos e da tentavia de cassar o mandato popular do Prefeito Du Altimari e da Vice Prefeita Olga Salomão.
Não comungo inteiramente com os procedimentos da atual administração. Mas, penso que os interesses que estão por trás da tentativa de cassação são maldosos e assumidos por setores predadores da política rioclarense.
Principalmente nos momentos de crise, temos que pensar no interesse da comunidade, acima de todas as divergências que possam existir.
Peço licença para me manifestar e ficarei agradecido se repercutirem.
Grato pela compreensão. Abraço amigo do,
Cláudio Di Mauro
RIO CLADO, QUERIDA CIDADE AZUL
Cláudio Antonio Di Mauro
Prefeito de Rio Claro de 1997 até 2000 e de 2001 até 2004
Tenho acompanhado com muita apreensão e preocupação os recentes acontecimentos políticos e o embate entre a Câmara Municipal de Rio Claro e o Executivo, representado pelo Prefeito e pela Vice Prefeita.
A Câmara constituiu uma comissão processante para analisar a possibilidade de punir o Prefeito e a Vice Prefeita, com risco inclusive de cassar seus mandatos, conquistados legítima e democraticamente em disputa eleitoral, pelo voto popular. Aparentemente, está tudo armado para o desfecho da cassação no Legislativo.
Peço licença para manifestar minha mais absoluta discordância com tal procedimento.
Não tenho dúvidas que em algumas circunstâncias, por atitudes corruptas e por mácula à fé da população, cabem situações de cassação de mandatos.
Não é o caso que se configura em Rio Claro.
Há sim uma disputa política, o que não é suficiente para desencadear processos com virulência e tantas conseqüências negativas para Rio Claro e sua cidadania.
É compreensível e salutar o contraditório, as posições e oposições fazendo parte dos processos democráticos. Tais disputas acarretam mobilizações populares, ações na justiça, disputas eleitorais, esses são os limites democráticos impostos para os embates políticos.
Os embates na Câmara Municipal também são legítimos, ainda que recrudescidos. Mas a tentativa de realizar “conchavos” para exterminar mandatos populares, isso está fora dos propósitos da boa fé e da justiça. Essa tentativa somente teria respaldo, se viesse acompanhada de provas de corrupção e arbitrariedades. Não é o caso.
Pode-se discordar da condução administrativa dos governantes, mas, não há como duvidar da honestidade e dedicação do Prefeito e da Vice-Prefeita.
Mais do que isso, certamente os arquitetos dessa tentativa de cassar Prefeito e Vice Prefeita sabem que, mesmo vitoriosos no âmbito da Câmara Municipal, terão seu pleitos barrados na Justiça. Não há chances de prosperar uma tentativa que não possua embasamentos e substâncias plausíveis para se falar em cassação.
Prevejo que:
- A Câmara terá sua imagem maculada pela decisão judicial, contrária em relação às pretensões, caso consiga as pretendidas cassações no legislativo;
- Rio Claro se destacará, outra vez, nos noticiários estaduais e nacionais, mostrando a pior face, afetando a auto estima de nossa população;
- Problemas municipais que precisam ser equacionados para atender o bem público ficarão relegados, nas disputas jurídicas e políticas, sem bons desdobramentos;
- O Prefeito e a Vice Prefeita terão suas imagens éticas “sangradas”, mas, o que isso trará de bom e de benefícios para os “pelejadores” ?
- Tais pelejas possuem o “odor” da vingança, o que não é compatível com o estado da evolução das sociedades humanas. Péssimo exemplo para nossas crianças e juventude.
Com que intenção se atua dessa maneira inconseqüente ? Agir dessa maneira, em nada explicita amor pelo lugar, pela nossa Cidade Azul. Estamos vendo o uso de pessoas e da pouca experiência de alguns, para a sedução com a lisonja, com o veneno do egoísmo, do oportunismo e das ambições inconfessáveis.
Este é o momento das forças conseqüentes, amadurecidas que de fato amam Rio Claro se unirem para remover a disputa dos interesses eleitoreiros que estão expostos e que até poderão ter legitimidade para aflorar no próximo ano.
Não importa se haja concordância com os procedimentos e método de trabalho do Prefeito e da Vice Prefeita, acima de tudo está o interesse de proteger Rio Claro e sua população.
Não podemos permitir que seja imposta uma situação vergonhosa, outra vez, para Rio Claro e seus cidadãos.
Será mais digno que esses setores da oposição ao atual governo se organizem para a disputa eleitoral do próximo ano. Se for o caso, ganhem no voto popular o poder de administrar Rio Claro, na disputa eleitoral. Depois, se ganharem, que sejam íntegros, honestos e eficientes, pensando apenas no interesse público.
Precisamos preservar Rio Claro. Precisamos elevar a estima de nossa população.
Isso sim será agir com decência e dignidade. Isso sim será fazer política renovada e competente neste Terceiro Milênio.
Penso que não poderemos silenciar diante dos acontecimentos e da tentavia de cassar o mandato popular do Prefeito Du Altimari e da Vice Prefeita Olga Salomão.
Não comungo inteiramente com os procedimentos da atual administração. Mas, penso que os interesses que estão por trás da tentativa de cassação são maldosos e assumidos por setores predadores da política rioclarense.
Principalmente nos momentos de crise, temos que pensar no interesse da comunidade, acima de todas as divergências que possam existir.
Peço licença para me manifestar e ficarei agradecido se repercutirem.
Grato pela compreensão. Abraço amigo do,
Cláudio Di Mauro
RIO CLADO, QUERIDA CIDADE AZUL
Cláudio Antonio Di Mauro
Prefeito de Rio Claro de 1997 até 2000 e de 2001 até 2004
Tenho acompanhado com muita apreensão e preocupação os recentes acontecimentos políticos e o embate entre a Câmara Municipal de Rio Claro e o Executivo, representado pelo Prefeito e pela Vice Prefeita.
A Câmara constituiu uma comissão processante para analisar a possibilidade de punir o Prefeito e a Vice Prefeita, com risco inclusive de cassar seus mandatos, conquistados legítima e democraticamente em disputa eleitoral, pelo voto popular. Aparentemente, está tudo armado para o desfecho da cassação no Legislativo.
Peço licença para manifestar minha mais absoluta discordância com tal procedimento.
Não tenho dúvidas que em algumas circunstâncias, por atitudes corruptas e por mácula à fé da população, cabem situações de cassação de mandatos.
Não é o caso que se configura em Rio Claro.
Há sim uma disputa política, o que não é suficiente para desencadear processos com virulência e tantas conseqüências negativas para Rio Claro e sua cidadania.
É compreensível e salutar o contraditório, as posições e oposições fazendo parte dos processos democráticos. Tais disputas acarretam mobilizações populares, ações na justiça, disputas eleitorais, esses são os limites democráticos impostos para os embates políticos.
Os embates na Câmara Municipal também são legítimos, ainda que recrudescidos. Mas a tentativa de realizar “conchavos” para exterminar mandatos populares, isso está fora dos propósitos da boa fé e da justiça. Essa tentativa somente teria respaldo, se viesse acompanhada de provas de corrupção e arbitrariedades. Não é o caso.
Pode-se discordar da condução administrativa dos governantes, mas, não há como duvidar da honestidade e dedicação do Prefeito e da Vice-Prefeita.
Mais do que isso, certamente os arquitetos dessa tentativa de cassar Prefeito e Vice Prefeita sabem que, mesmo vitoriosos no âmbito da Câmara Municipal, terão seu pleitos barrados na Justiça. Não há chances de prosperar uma tentativa que não possua embasamentos e substâncias plausíveis para se falar em cassação.
Prevejo que:
- A Câmara terá sua imagem maculada pela decisão judicial, contrária em relação às pretensões, caso consiga as pretendidas cassações no legislativo;
- Rio Claro se destacará, outra vez, nos noticiários estaduais e nacionais, mostrando a pior face, afetando a auto estima de nossa população;
- Problemas municipais que precisam ser equacionados para atender o bem público ficarão relegados, nas disputas jurídicas e políticas, sem bons desdobramentos;
- O Prefeito e a Vice Prefeita terão suas imagens éticas “sangradas”, mas, o que isso trará de bom e de benefícios para os “pelejadores” ?
- Tais pelejas possuem o “odor” da vingança, o que não é compatível com o estado da evolução das sociedades humanas. Péssimo exemplo para nossas crianças e juventude.
Com que intenção se atua dessa maneira inconseqüente ? Agir dessa maneira, em nada explicita amor pelo lugar, pela nossa Cidade Azul. Estamos vendo o uso de pessoas e da pouca experiência de alguns, para a sedução com a lisonja, com o veneno do egoísmo, do oportunismo e das ambições inconfessáveis.
Este é o momento das forças conseqüentes, amadurecidas que de fato amam Rio Claro se unirem para remover a disputa dos interesses eleitoreiros que estão expostos e que até poderão ter legitimidade para aflorar no próximo ano.
Não importa se haja concordância com os procedimentos e método de trabalho do Prefeito e da Vice Prefeita, acima de tudo está o interesse de proteger Rio Claro e sua população.
Não podemos permitir que seja imposta uma situação vergonhosa, outra vez, para Rio Claro e seus cidadãos.
Será mais digno que esses setores da oposição ao atual governo se organizem para a disputa eleitoral do próximo ano. Se for o caso, ganhem no voto popular o poder de administrar Rio Claro, na disputa eleitoral. Depois, se ganharem, que sejam íntegros, honestos e eficientes, pensando apenas no interesse público.
Precisamos preservar Rio Claro. Precisamos elevar a estima de nossa população.
Isso sim será agir com decência e dignidade. Isso sim será fazer política renovada e competente neste Terceiro Milênio.
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